
Adolescentes invadem e vandalizam casa de moradores idosos que acabaram de morrer.
No sábado (7/11) o Museu da Casa brasileira inaugurou novas exposições: uma de fotos do Robert Polidori e outra de obras de diversos artistas plásticos que tomaram o jardim da casa. Uma sala de fotos só com registros das cidades Pripyat e Chernobyl 15 anos após o desastre nuclear, outra sala com fotos da jordânia, Índia e egito, e a úlima, pelo menos na minha ordem, com fotos de vandalismo em NY e de casas destruídas após a passagem do katrina em New Orleans. Sério, consigo me emocionar fácil com as fotos, imaginar as histórias das pessoas que perderam tudo. Chorei. Da exposição no jardim, admito que não sou tão sensível e demora um pouco mais pra assimilar. A obra das pedras enjauladas foi fácil. A do Edu, entendi ontem depois de assisitr ao documentário do Muro de Berlim e refletir sobre o que essas paredes delimitadoras representam na sociedade. O muro dele tinha rodinhso e serpenteava as árvores no jardim. Lindo, sério! A da Amália eu ainda não percebi... mas vou entender...
Ah, o Rodrigo Santoro tava lá.

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