Aos 20, Vitor Araújo ganhou o Candango no 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Trilha Sonora para Curta-Metragem Digital pela produção Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, escrito e dirigido por Marcela Bertolleti.
Agora presta atenção nele tocando samba e amor. O menino ainda é inteligente... disse que não é preciso de mais nada na vida além de samba e amor.
aqui na banda Seu Chico:
nesse ele manda um radiohead:
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Leve
engraçado como pequenas ações... palavras vibrando pela língua... pode deixar nosso corpo leve. SINCERIDADE! AMO MUITO TUDO ISSO! Deixa meu peito transbordando de amor.
PRA COMEMORAR....
PRA COMEMORAR....
nervosinho e mal encarado
livrinhos massa
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Recado pra Bethânia
Poxa Beta, adoro vc, mas R$ 50 conto em cada CD é muito punk!
A Filial coloca de graça na internet. só baixar:
A Filial coloca de graça na internet. só baixar:
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
inconsciente coletivo

o link que meu amigo me mandou pq lembrou de mim duas vezes..tá fácil rsrs mike patton e topo do site da evoke com a frase igual ao do meu brog.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Cachaça do Timão e o Lula
Cachaça do Timão, lançada oficilamente na segunda-feira dia 9/11 no Memorial do Corinthians no Parque São Jorge

Recebi o release do lançamento da cachaça do Corinthians... pra quem não sabe trabalho num site de celebrdades.. então, para a notícia ser publicada deveria ter algum famoso tomando a cachaça. Adoraria dar o Lula tomando a cachaça do timão ê ô.

Recebi o release do lançamento da cachaça do Corinthians... pra quem não sabe trabalho num site de celebrdades.. então, para a notícia ser publicada deveria ter algum famoso tomando a cachaça. Adoraria dar o Lula tomando a cachaça do timão ê ô.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Robert Polidori, da lama ao caos

Adolescentes invadem e vandalizam casa de moradores idosos que acabaram de morrer.
No sábado (7/11) o Museu da Casa brasileira inaugurou novas exposições: uma de fotos do Robert Polidori e outra de obras de diversos artistas plásticos que tomaram o jardim da casa. Uma sala de fotos só com registros das cidades Pripyat e Chernobyl 15 anos após o desastre nuclear, outra sala com fotos da jordânia, Índia e egito, e a úlima, pelo menos na minha ordem, com fotos de vandalismo em NY e de casas destruídas após a passagem do katrina em New Orleans. Sério, consigo me emocionar fácil com as fotos, imaginar as histórias das pessoas que perderam tudo. Chorei. Da exposição no jardim, admito que não sou tão sensível e demora um pouco mais pra assimilar. A obra das pedras enjauladas foi fácil. A do Edu, entendi ontem depois de assisitr ao documentário do Muro de Berlim e refletir sobre o que essas paredes delimitadoras representam na sociedade. O muro dele tinha rodinhso e serpenteava as árvores no jardim. Lindo, sério! A da Amália eu ainda não percebi... mas vou entender...
Ah, o Rodrigo Santoro tava lá.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
SAMPA
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